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Conheça a síntese da proposta de solução para as enchentes conforme a equipe do Prof. Nilo de Oliveira Nascimento vinculado à UFMG.

    Em seu último relatório, o de número VI, composto de 99 páginas, o Prof. Nilo de Oliveira Nascimento da Faculdade de Engenharia  Civil da Universidade Federal de Minas Gerais apresentou as soluções urbanas tecnicamente viáveis para as inundações na cidade de Manhuaçu.
   

    As propostas foram entregues em Setembro/07 à Comissão Municipal Pró-enchentes criada por ato do Prefeito Municipal, Sérgio Marcos de Carvalho Breder, a pedido da ONG em março/2.005 que se encarregou também de possibilitar o andamento do trabalho da equipe, divulgação dos resultados e, principalmente, possibilitar a confecção dos projetos quando necessários e as execuções referendadas pelas instituições técnicas a partir de recursos financeiros ainda indisponíveis.  


    Aqui é possível encontrar uma síntese dessas propostas apresentadas no relatório VI.   

   

ALTERNATIVAS ESTRUTURAIS

ALTERNATIVA ESTRUTURAL 1A: BARRAGENS – CENÁRIO A

A alternativa estrutural 1-A baseia-se na implantação de três barragens localizadas nos rio Manhuaçu, São Luiz e Manhuaçuzinho, conforme ilustrado pela Figura 1. A escolha dos eixos destas barragens foi realizada, preliminarmente, em escritório, tendo em vista os resultados dos estudos de diagnóstico e as metas de controle de inundações. Visitas de campo feitas em outubro de 2006 permitiram verificar a viabilidade e o interesse de localização das estruturas.

 

 

ALTERNATIVA ESTRUTURAL 1B: BARRAGENS – CENÁRIO B

A alternativa estrutural 1-B baseia-se na implantação de duas barragens localizadas nos rio Manhuaçu e São Luiz. A barragem do rio Manhuaçu possui as mesmas características apresentadas para a Alternativa 1-A. Já o eixo da barragem a ser implantada no rio São Luiz encontra-se localizado mais a jusante em relação ao considerado no Cenário 1-A. Essa mudança permite controlar uma área de drenagem significativamente maior, porém requer, naturalmente, um volume de armazenamento maior.

 

 

ALTERNATIVA 2: CANAL PARALELO URBANO

A alternativa 2 contempla a implantação de um canal fechado, revestido em concreto, localizado na margem esquerda do rio Manhuaçu, implantado sob o arruamento existente. A Figura apresenta o posicionamento do eixo da galeria proposta.

 


 

 

ALTERNATIVA 3: CANAL PARALELO EM TÚNEL

A alternativa 3 contempla a implantação de um canal por método construtivo de túnel, sob as encostas da margem esquerda do rio Manhuaçu, com emboque na seção de coordenadas UTM 7.755.465 Norte e 807.949 Leste e desemboque na seção de coordenadas UTM 7.758.658 Norte e 811.574 Leste. Nessa fase dos estudos, procurou-se estabelecer um pré-dimensionamento hidráulico da estrutura, não sendo, entretanto, possível definir detalhes de projeto, como o eixo de implantação mais adequado, bem como considerar métodos construtivos dada a ausência de informações geotécnicas sobre a área de estudo.

 


 

 

ALTERNATIVA 4: BARRAGENS E CANAL PARALELO URBANO

Nesta alternativa realiza-se a associação das barragens nos cursos d’água Manhuaçu, Manhuaçuzinho e São Luiz com a implantação de canal paralelo ao rio Manhuaçu, dentro da área urbanizada da cidade. Essa alternativa considera a possibilidade de otimizar as

dimensões das estruturas de barramento e canalização, visando ganhos em termos

de facilidades construtivas, custos de desapropriação e outros benefícios potenciais.

 

ALTERNATIVA 5: AUMENTO DA CALHA FLUVIAL RIO MANHUAÇU

A alternativa estrutural 5 fundamenta-se no objetivo de aumentar a condutância da calha principal do rio Manhuaçu por intermédio do aumento da área de seção transversal desse curso d’água, em seu trecho urbano. A intervenção incorpora:

_ escavação de material constituinte do leito do rio Manhuaçu em seu

trecho urbano com início a cerca de 1000 m a montante da Ponte dos Arcos e final junto à seção de controle da corredeira existente ao final do trecho urbano (coordenadas UTM 7.758.632 Norte e 811.597 Leste), para fins de aprofundamento e conformação da calha fluvial;

_ remoção de algumas construções desocupadas, existentes na margem do curso d’água, em sua grande maioria pequenas edificações originalmente destinadas depósito ou dispensa;

_ proteção do leito do curso d’água, fundo e taludes, contra erosão, por meio de enrocamento;

_ a construção de uma soleira dotada de quatro comportas com vão de 5,0 m X 4,0 m, em seção a ser localizada a cerca de 100 m a montante do início do trecho em corredeira. Essa soleira tem por meta manter o nível de água em trechos de montante em cotas semelhantes às atuais durante o período seco do ano, por meio das comportas que permaneceriam fechadas nesse período e abertas durante o período chuvoso ano.

Deve-se ressaltar que a opção por essa alternativa exigirá, em fase de projeto básico, o cadastro de todas as interferências (pontes, construções, etc) hoje existentes na calha fluvial do rio Manhuaçu em seu trecho urbano bem como uma avaliação de risco estrutural para fundações de pontes e de várias construções (edifícios) que possuem suas fundações junto às margens ou no leito do curso d’água. Estudos dessa natureza, bem como a remoção de construções, reforço estrutural de fundações e outras medidas corretivas ou preventivas requeridas por tal intervenção fogem ao escopo do trabalho contratado pela equipe do Prof. Nilo.

 

ALTERNATIVA 6: AUMENTO DA CALHA DO RIO MANHUAÇU + BARRAGENS

Esta alternativa combina as ações de aumento da calha fluvial do rio Manhuaçu com a implantação de barragens nas sub-bacias dos rios Manhuaçu e São Luiz, neste caso, adotando-se as três barragens dimensionadas para o estudo da alternativa 4. Portanto, pressupõem-se estruturas de barramento menores que as previstas na Alternativa 1, porém, ao invés de se considerar um canal paralelo, como na alternativa 4, simula-se o aumento da calha fluvial do rio Manhuaçu, em seu trecho urbano.

 

ALTERNATIVAS NÃO ESTRUTURAIS

A principal alternativa de caráter não-estrutural aqui descrita concerne a implantação de um sistema de previsão e alerta de inundações. Alguns outros tipos de medidas não-estruturais já foram incorporados ao Plano Diretor do município, como as que restringem a ocupação de zonas inundáveis, tendo em conta o mapeamento de risco de inundação elaborado no contexto do presente estudo.

Os mapas de risco de inundações podem também ser utilizados como referência para uma progressiva desocupação de áreas com elevado risco de inundação na cidade de Manhuaçu. Um critério adequado seria o de desocupar, ao longo do tempo, as áreas com risco de inundação de tempo de retorno TR = 10 anos.

O município pode se valer de instrumentos legais previstos no Estatuto da Cidade, como o direito de preempção, como instrumento de progressiva desocupação dessas áreas, de forma a evitar os transtornos sociais, o desgaste político e os custos financeiros de uma ação generalizada de desocupação.

Não se consideraram, no presente estudo, medidas não-estruturais que poderiam ser desenvolvidas na bacia hidrográfica do rio Manhuaçu, a montante da cidade de Manhuaçu, tais como a recuperação de cobertura vegetal, o controle de erosão, o emprego de práticas agrícolas que favoreçam a infiltração de águas pluviais, a recuperação de áreas úmidas, entre outras, uma vez que tais ações fazem parte do escopo de outro estudo, igualmente em curso pela equipe do Prof. André Luiz Lopes de Faria da Universidade Federal de Viçosa.

Reforça-se o conceito de que medidas estruturais e não-estruturais para o controle de inundações não são excludentes entre si. É possível e, freqüentemente apropriado, que sejam associadas, contribuindo para aprimorá-lo. A título de exemplo, o sistema de previsão e alerta descrito a seguir é perfeitamente compatível e complementar a quaisquer das medidas estruturais aqui propostas e pode contribuir, de forma decisiva, para o aumento da eficiência de controle. No mesmo sentido vão medidas que se orientem pela desocupação de áreas de elevado risco de inundação, com benefícios para a redução dos prejuízos de inundação, mesmo quando se adotam medidas como a implantação do canal paralelo ou a construção de barragens.

Um benefício complementar da desocupação de áreas inundáveis, de grande relevância para a cidade, é a possibilidade de recuperação ambiental do curso d’água e a melhoria da qualidade ambiental das zonas ribeirinhas, no trecho urbano do rio Manhuaçu.

 

ALTERNATIVA 7: IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA

O sistema de previsão e alerta de cheias é baseado no princípio de buscar reduzir os danos e os prejuízos de inundações a partir de três componentes          principais:

1 - O sistema de previsão de cheias, que permite estimar a evolução temporal de vazões e de níveis d’água, em diferentes seções de interesse nos cursos d’água, com uma antecedência suficiente para, em caso de risco de inundação, adotarem-se ações preventivas ou emergenciais previamente estabelecidas;

2 - O sistema de alerta, que, em função dos resultados de previsão e de cenários de risco previamente estabelecidos, permite alertar autoridades, responsáveis pelo sistema de defesa civil e, quando pertinente, a população em geral, em caso de risco de inundação;

3 - O plano de emergência, que define as ações de defesa civil a empreender em caso de inundações e atribui responsabilidades por tais ações.

No caso da cidade de Manhuaçu, concebe-se um sistema de previsão de vazões que incorpore os seguintes elementos constituintes:

1 - A previsão meteorológica, produzida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE);

2 - Uma rede de monitoramento de precipitações e vazões, com transmissão automática dos dados (rede telemétrica) a ser implantada na bacia do rio Manhuaçu;

3 - Um modelo hidrológico do tipo chuva-vazão destinado a prever estados futuros do sistema hídrico, com base nas informações obtidas por previsão meteorológica e pela rede de monitoramento. O modelo matemático será utilizado para prever vazões no trecho urbano do rio Manhuaçu em períodos que antecedem e durante a ocorrência de precipitações. Com base em tais previsões de vazões e nos resultados já obtidos com a modelagem hidráulica, será possível prever cotas de nível d’água (NA), por trecho de curso d’água na área urbana do distrito sede do município.

A composição básica da rede telemétrica de monitoramento seria a seguinte:

1 - Três estações pluviométricas de registro contínuo, telemétricas, instaladas uma em cada umas das bacias dos rios Manhuaçu e São Luiz, a montante da confluência desses dois cursos d’água e uma na cidade de Manhuaçu;

2 - Três estações fluviométricas de registro contínuo, telemétricas, instaladas uma em cada umas das bacias dos rios Manhuaçu e São Luiz, a montante da confluência desses dois cursos d’água e uma no trecho urbano do rio Manhuaçu, na cidade de Manhuaçu.

A localização precisa dessas estações de monitoramento deverá ser feita no decorrer dos estudos para a concepção final do sistema, caso adotado.

No período chuvoso, a previsão deve ser feita diariamente, com base nas previsões de volume de chuva feitas pelo INPE. Os dados da chuva prevista alimentam o modelo hidrológico que calcula, com antecedência, as vazões no rio Manhuaçu, no trecho urbano, a partir das quais são estimados valores de cota de NA em qualquer trecho do rio, na área urbana, conforme mencionado. Ocorrendo chuva na bacia, os dados medidos pelos pluviômetros instalados na bacia são transmitidos por telefonia celular ou rádio a um escritório central de previsão, a ser implantado. As alturas de chuva medidas na bacia são inseridas no modelo hidrológico e novas previsões são estabelecidas com base nesses dados e nas previsões meteorológicas estabelecidas pelo INPE. Dados de nível d’água provenientes das estações fluviométricas instaladas na bacia e no trecho urbano do rio Manhuaçu permitirão confrontar os resultados de previsão com os observados, ao longo do tempo, e atualizar o modelo hidrológico de forma a minimizar os erros de previsão. Esse procedimento interativo é fundamental como auxílio à decisão para fins de alerta de inundação.

Evidentemente, os sistemas de previsão e de alerta têm de funcionar, mesmo durante a noite. Durante períodos sem chuva, as equipes responsáveis pela previsão e pelo alerta podem receber alerta de ocorrência de precipitação por meio de mensagens SMS enviadas, de forma automática, pela rede telemétrica. Durante eventos de precipitação com potencial para gerar inundações, a previsão deve ser atualizada regularmente, preferencialmente a cada hora, requerendo a constituição de turnos de equipes para os períodos diurno e noturno.

O sistema de alerta utilizará os resultados da previsão de cheias para a decisão sobre a pertinência de desencadear o alerta de inundação. O sistema deve incorporar diferentes níveis de alerta, associando-se a cada um deles um conjunto de ações a empreender e a definição dos responsáveis por empreendê-las.

A decisão por alertar a população e adotar ações de desocupação das áreas inundáveis e transferência da população em risco para abrigos é uma das alternativas, certamente associada ao cenário de alerta que preveja a iminência de inundação de áreas ocupadas, em grande escala. Para essas situações de alto risco de inundação, devem-se considerar diferentes sistemas de comunicação do alerta, podendo-se incorporar o rádio, a televisão, o carro de som, um sistema de sirenes e avisos luminosos. Esses meios são, evidentemente, complementares e não excludentes.

Para os cenários de menor risco de inundação, segundo os quais apenas autoridades, tomadores de decisão e o sistema de defesa civil são alertados e mobilizados, as formas de comunicação incluem a telefonia convencional e celular, as mensagens via internet e SMS, entre outras.

Para que a previsão e o alerta sejam efetivos, é necessário dispor de um plano de emergência de inundações que estabeleça claramente as ações a empreender, segundo os diferentes níveis de alerta, e defina os responsáveis por empreender tais ações: autoridades municipais, defesa civil, corpo de bombeiros, hospitais e centros de saúde, etc. Esses agentes e a população, em geral, devem ser instruídos e treinados para adotar as medidas devidas, segundo o nível de alerta.

Os principais elementos constitutivos do plano de emergência são:

1 - Mapeamento de zonas inundáveis segundo diferentes níveis de risco, trabalho já concluído no contexto do presente estudo (ver Relatórios 3 e 4);

2 - Concepção de um sistema de previsão, incluindo o monitoramento contínuo de precipitações, de NA, de vazões e a modelagem matemática;

3 - Caracterização morfológica e de ocupação e uso do solo dos vales inundáveis a jusante das barragens, incluindo população (distribuição etária, nível de renda), equipamentos de infra-estrutura urbana e de serviços públicos (sistema viário, escolas, hospitais, ...), classificando-se as zonas inundáveis segundo sua vulnerabilidade à inundação, trabalho concluído no contexto do presente estudo (ver Relatório 6);

4 - Definição precisa de cenários de risco de inundação bem como de critérios e de indicadores que auxiliem a decisão sobre o alerta de inundação;

5 - Definição da cadeia de decisão e identificação das pessoas responsáveis por empreender ações em caso de inundações (autoridades, defesa civil, em nível local e estadual);

6 - Definição das ações a empreender segundo o nível de alerta;

7 - Definição das vias de acesso de viaturas de socorro;

8 - Definições de vias de fuga e identificação de áreas seguras para a concentração da população que se desloca;

9 - Definição dos recursos materiais e humanos requeridos segundo o nível de alerta;

10 - Definição de locais de abrigo e de recursos materiais e humanos requeridos para tal;

11 - Definições de ações a empreender após a ocorrência de inundações e das organizações e equipes responsáveis pelas mesmas.

 

 

CUSTO TOTAL DE IMPLANTAÇÃO DAS ALTERNATIVAS

Alternativa 1 (Barragens)-Cenário A Custo [R$]

TR=25                                                                                                    28.676.320,00

TR=50                                                                                                    40.727.120,00

TR=100                                                                                                  49.750.697,00

Alternativa 1 (Barragens)-Cenário B Custo [R$]

TR=25 --

TR=50                                                                                                    53.799.365,00

TR=100                                                                                                  64.869.061,00

Alternativa 2 (Canal Paralelo Urbano) Custo [R$]

TR=25                                                                                                    36.752.336,00

TR=50                                                                                                    40.183.140,00

TR=100                                                                                                  43.613.944,00

Alternativa 3 (Canal Paralelo em Túnel) Custo [R$]

TR=25 --

TR=50

TR=100

Alternativa 4 (Barragens + Canal Paralelo Urbano) Custo [R$]

TR=25                                                                                                    39.836.058,00

TR=50                                                                                                    46.835.298,00

TR=100                                                                                                  57.679.249,00

Alternativa 5 (Conformação da Calha Fluvial do rio Manhuaçu) Custo [R$]

Com implantação de soleira a jusante do trecho                            23.075.716,00

Sem implantação de soleira a jusante do trecho                             19.819.716,00

Alternativa 6 (Barragens+Conformação da Calha Fluvial do rio Manhuaçu)

TR=25 (sem soleira)                                                                            32.550.745,00

TR=50 (sem soleira)                                                                            36.360.780,00

TR=100 (sem soleira)                                                                           45.615.836,00

Alternativa 7 (Implantação de sistema de alerta de inundação)

o Implantação de sistema de alerta                                                         130.000,00

 

A ESCOLHA DA ALTERNATIVA

O processo de tomada de decisão entre diferentes alternativas de controle de inundações é complexo e requer a consideração de aspectos que vão além dos puramente técnicos. Ele requer o concurso de vários tomadores de decisão da comunidade concernida e deve favorecer a representação adequada dos diversos setores da população. Da mesma forma, ele não se fará sem o concurso dos órgãos financiadores que, certamente, analisarão a viabilidade técnica e financeira do projeto, bem como seu interesse econômico, aspectos sociais, ambientais e outros.

Considerando-se os resultados expostos no presente relatório, os aspectos discutidos nos itens 5.1 a 5.4 e o adequado tratamento das restrições apontadas para cada uma das Alternativas (e.g.: dificuldades construtivas, interferências, impactos, etc), é possível lista-las de forma ordenada, priorizando sua eficiência de controle de inundações e custo de implantação, como se segue:

1. Alternativa 6;

2. Alternativa 4;

3. Alternativa 1 – Cenário A;

4. Alternativa 2;

5. Alternativa 5.

        Como mencionado, a ordem da lista é decrescente com respeito ao interesse da solução, por exemplo, as Alternativas 4 e 6 possuem a mesma eficiência em controle de inundações, mas a 6 é preferível à 4, sobretudo em razão de custos e de menor interferência.

A Alternativa 3 não foi considerada, nessa análise.

A Alternativa 7 poderia ser implementada de forma independente ou complementar à alternativa estrutural eventualmente escolhida.

 

 

A ONG disponibiliza ainda cópia de todo o trabalho técnico do Prof. Nilo.

Para isto entregar um CDR ou CDRw novo à Diretora Suely Helena Moreira à Rua Júlio Bueno, 420 - Santa Luzia - para se conseguir um CD com todo o material gerado pelo Prof. Nilo.

Para tanto, envie um e-mail informando o seu telefone e interesse a qual assunto à ONG clicando aqui e solicitando o material.





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